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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

PressEurop: “Preços elevados da eletricidade ameaçam prosperidade da Europa”


“A Europa perde cada vez mais terreno em matéria de energia em comparação com outras potências económicas”, sublinha o World Energy Outlook Special Report 2013 apresentado a 12 de novembro pela Agência Internacional de Energia (IEA).

Ao mesmo tempo que o gás muito barato permitiu a reindustrialização dos Estados Unidos, “os investidores saíram da Europa”, lamenta Der Standard. Até 2035, a produção e as exportações de produtos cuja fabricação exija muita energia aumentará muitíssimo nos países emergentes da Ásia e em menor medida também nos Estados Unidos. 

Fonte: PressEurop

POLÍTICA ENERGÉTICA: Cada um com a sua energia A Alemanha aposta nas energias verdes, a Polónia investe na extração de gás de xisto e o Reino Unido na construção de novas centrais nucleares: em matéria de energia, a corrente passa mal entre os europeus. 


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Gigantes da energia denunciam o "fracasso" das políticas da UE Os gigantes da energia denunciam o "fracasso" das políticas da UE

Os presidentes das nove maiores empresas de energia da Europa, incluindo a Iberdrola e a Endesa, reclamam taxas justas que incluam todos os custos e não para financiar outras políticas. Os principais executivos de grandes grupos, como a Enel (da Endesa), Iberdrola, Gas Natural Fenosa, GDF Suez, ENI, RWE, a E.ON, GasTerra e Vattenfall falam sobre o "fracasso" do quadro regulamentar da UE e alertam sobre os "riscos" que o mesmo implica. 

Em nome de todas as empresas, o CEO da GDF Suez da França, Gerard Mestrallet, e o da italiana Eni, Paolo Scaroni, solicitaram ao Parlamento Europeu e ao Comissário Europeu de Energia, Günther Oettinger, uma nova política energética. "Os esforços feitos pelas empresas de energia necessários para atrair investidores privados têm sido dificultados pela incerteza sobre a rentabilidade dos investimentos", informaram as empresas em comunicado, "em parte por causa da falta de um enquadramento da política energética claro e objetivo, com base num regulamento estável e previsível." 

O sector de energia, segundo estas empresas, tem sofrido com "os vai-e-vem das políticas da UE", e, em particular, "com a mudança de regras a meio do jogo por razões políticas de curto prazo." Uma mudança das regras que as empresas associam diretamente às regulamentações intermitentes das energias renováveis em alguns países. 

Fonte: Expansion

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Ex-governantes falam sobre situação na energia

Henrique Gomes diz que o Governo está a cortar nas rendas da energia menos do que o anunciado, que o défice tarifário “está descontrolado” e que o Executivo não vai cumprir o compromisso de não aumentar os preços da energia em mais de 1,5%. O ex-secretário de Estado da Energia acusa o Governo de estar a dar números referentes a cortes nas rendas da energia que não são reais, num artigo de opinião publicado esta quinta-feira no Negócios.

“O Governo tem dito que em resultado das negociações com os produtores cortou um pouco mais que 2.000 milhões de euros. A verdade é que, retirando 400 milhões de euros relativos à Garantia de Potência, os cortes até 2020 não ultrapassarão os 900 milhões de euros. Destes, 600 milhões de euros são relativos à cogeração, 110 milhões de euros aos CMEC, 120 milhões de euros à eólica (com contrapartidas para além de 2020) e os restantes 70 milhões de euros à mini-hidrica. Os excessos não foram eliminados. O incumbente permaneceu praticamente intocado!”, acusa.


Mira Amaral: “Voltaram a abrir-se garrafas de champanhe na EDP”

Ministro do Ambiente e Energia, Moreira da Silva, representa lóbi ambiental e radicalismo do CO2, diz ex-governante. O presidente do BIC arrasa a nomeação de Jorge Moreira da Silva para o Ministério do Ambiente e da Energia. Além de discordar da junção destas duas pastas, que considera antagónicas, Mira Amaral pensa que Moreira da Silva apresentará uma política assente nas energia eólica e solar e naquilo que designa por fundamentalismo do CO2, esquecendo a política de reindustrialização e a necessidade de fazer descer o preço da energia. Quanto ao BPN, o banqueiro não assegura que o valor das indemnizações que o Estado terá de pagar por actos da gestão de Oliveira Costa se fique pelos 153 milhões de euros admitidos pela ministra das Finanças.

Fonte: ionline

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Europa vai gerar quase metade da energia através de renováveis


Um relatório da WWF estima que, em 2030, a Europa irá gerar mais de 40 por cento da energia através de produção renovável, com um consequente decréscimo de emissões para metade das registadas em 1990. O documento, intitulado Re-energising Europe, antecipa que em 2050, e a manterem-se os níveis estimados, a Europa possa ser 100 por cento renovável.

A Comissão Europeia já começou a debater o tema, até porque é expectável que o Livro Verde esteja para consulta pública já daqui a dois meses, para que as estratégias de acção sejam apresentadas ainda este ano. O documento traça ainda um perfil de um menor consumo energético de todos os sectores, com a indústria a poupar 31 por cento de energia, os edifícios a consumir menos 26 por cento e a energia consumida pelos transportes a cair 11 por cento. 

As medidas a adoptar para chegar a estes números passam por “atacar” cirurgicamente todos os sectores. Aumentar a reciclagem, promover a economia de combustíveis, massificar o veículo eléctrico e o uso de automóveis híbridos são algumas das propostas que constam neste relatório.

O documento antecipa ainda que de 65 por cento da electricidade europeia, 35 por cento de calor e 29 por cento de combustíveis podem advir de fontes renováveis.
Também o phase-out da energia nuclear é abordado no documento, entre o horizonte de 2040 e 2050.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Fórum "Que Política Energética para Portugal?"


A AMES organiza, em parceria com a Câmara Municipal de Sintra (CMS) e com o apoio da Ploran, o Fórum "Que Política Energética para Portugal?" que se realiza no próximo dia 4 de Dezembro, pelas 14h15, na sala da Nau do Palácio Valenças, em Sintra.

Será também apresentada a "Agenda para o Consumo Sustentável" desenvolvida pela AMES e pelo Serviço Municipal de Informação ao Consumidor (SMIC) da CMS.

O Fórum contará com a presença de Nicolau Santos (Jornal Expresso) como moderador do debate,  Pedro Cabral da DGEG, e representantes dos vários grupos parlamentares assim como da Siemens, Endesa, EDP, APREN e Quercus. 

Nota: número de lugares limitado; inscrições obrigatórias.

Aceda aqui ao programa e a forma de inscrição.