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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Uso do sol para aquecimento e arrefecimento cresce 14% em todo o mundo

O mercado do aquecimento e arrefecimento solar mundial cresceu 14% em 2010, registando uma capacidade instalada de cerca de 196GWth, revelam as últimas estatísticas do Solar Heating and Cooling Programme (SHC) da Agência Internacional de Energia (AIE). Os colectores solares forneceram 162TWh de energia solar térmica, evitando a emissão de 53 milhões de toneladas de CO2.

"Com 162TWh produzidos em 2010, o aquecimento e arrefecimento solar ocupa o segundo lugar entre as novas renováveis, depois do vento", observou Werner Weiss, presidente do SHC AIE. "Enquanto a China continua a liderar em termos de instalações totais, Austrália e Israel acrescentaram mais capacidade per capita do que qualquer outro país", continuou.

As estatísticas anuais "Solar Heat Worldwide" fornecem informação sobre mais de 55 países, representando mais do que 60% da população mundial e mais de 90% do mercado solar térmico global. A grande maioria da capacidade total em 2010 foi instalada na China (117,6GWth) e na Europa (36,0GWth), o que juntamente representa 78,5% da capacidade total.

"Frequentemente se esquece que 47% do consumo energético mundial é para efeitos de aquecimento", lembra Werner Weiss. "O aquecimento e arrefecimento solar oferecem uma fonte de energia térmica renovável e podem ser aplicados em qualquer lugar no mundo. Em muitas regiões, o solar tem sido competitivo ao nível dos custos durante anos. As pessoas usam-no porque funciona e é relativamente barato", diz.

Fonte: Climatização

(Foto: SOLID/ESTIF)

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Keep Cool II

O projecto Keep Cool, que vai na 2ª edição, tem como objectivo promover a penetração de estratégias e tecnologias de arrefecimento passivo nos países participantes, bem como evitar o aumento continuado das necessidades de arrefecimento. Neste contexto, promove o arrefecimento sustentável de edifícios através da obtenção de níveis satisfatórios de conforto térmico de Verão sem recurso, ou com recurso limitado, a formas de energia convencionais e através do uso de materiais e productos de reduzido impacte ambiental.
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Para se atingirem os objectivos, a estratégia global passa por:

  • Redução da carga térmica Redução das superfícies transparentes e/ou melhoria do seu desempenho térmico; integração diapositivos sombreadores exteriores; implementação cuidada de sistemas de iluminação natural; utilização de equipamentos de escritório (e outros) eficientes; utilização da massa térmica dos edifícios para estabilização da temperatura ou até eliminar os picos de temperatura.
  • Redução do recurso ao arrefecimento mecânico Adaptação dos utilizadores aos locais; controlo do ambiente local (ex. abrir a janela); em edifícios com ventilação natural, utilizar critérios de conforto térmico “adaptativo”.

Fontes: http://www.ineti.pt/projectos/main_projectos.aspx?id=18577&t=

http://www.ceeeta.pt/keepcool/keepcool.html

Água&Ambiente n.º 140, Julho 2010, pp. 57