segunda-feira, 30 de agosto de 2010

EcoConselho - Microgeração

Na sequência de pedido de informação, através do EcoConselho, sobre legislação relativa a microprodução, a situação actual do panorama energético português é:

No passado dia 8 de Julho foi aprovada a revisão à legislação de microgeração, que entrará em vigor assim que for aprovada pelo Presidente da República, tendo como principais novidades:

  • A tarifa de venda de energia solar passa para 0,40€/kWh nos primeiros 8 anos e 0,24€/kWh nos 7 anos seguintes;

  • Instalações em condomínimos podem ir até 11,04 kW de potência (as restantes mantêm o limite de 3,68kW);

  • Instalações seguem ordem sequencial de registos (i.e., quem se regista primeiro instala mais cedo);

  • Todos os comercializadores de energia (EDP Serviço Comercial, Iberdrola, outros...) serão obrigados a permitir microgerações a clientes seus.

A alteração do regime jurídico aplicável à Microgeração já foi referida aqui.

Legislação actual: Decreto-Lei n.º 363/2007 de 02-11-2007 do Ministério da Economia e da Inovação, que estabelece o regime jurídico para a produção de energia eléctrica mediante pequenas instalações (microprodução).

Outras questões aqui.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Cidades Verdes

Sustentabilidade é palavra de ordem hoje em dia e, do outro lado do Atlântico, no Estado brasileiro no Paraná, encontra-se um exemplo da aplicação de políticas de ordenamento do território, de mobilidade urbana e de preservação da biodiversidade, cujo resultado foi a atribuição a Curitiba, em Abril deste ano, do prémio Globe Award Sustainable City. Esta distinção permitiu divulgar o programa Biocidade, um sistema de gestão que reúne esforços das diferentes áreas da administração municipal para combater as perdas da biodiversidade no meio ambiente urbano, compatibilizando o desenvolvimento da cidade com a conservação da natureza.
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"A integração é o principio máximo da natureza e da sustentabilidade. Com o Biocidade procuramos imitar esse conceito, conectando as acções de cada área do município ao meio ambiente", disse o secretário municipal do Meio Ambiente, José Antonio Andreguetto.
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O objectivo do prémio foi destacar cidades com excelência em desenvolvimento urbano sustentável e torná-las exemplos positivos para outras cidades. "Curitiba está sempre pronta para transmitir suas boas experiências a outras cidades do mundo, e aprender com programas de outras cidades. O importante é caminhar sempre em busca dos objetivos de um planeta mais limpo e verde", confirmou o secretário municipal de Relações Internacional, Eduardo Guimarães.
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Outros exemplos
A capital do Paraná concorreu ao prémio com outras cidades que também são exemplos de implementação de políticas e acções de desenvolvimento sustentável e conservação da Natureza, tais como
Sydney, na Austrália, Malmö, na Suécia, Murcia, em Espanha, Songpa, na Coreia do Sul, e Stargard Szczecinski, na Polónia.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Sistema LiderA

LiderA, acrónimo de Liderar pelo Ambiente para a construção sustentável, é a designação de um sistema de avaliação e reconhecimento voluntário da construção sustentável e do ambiente construído, destinando-se a:

  • apoiar o desenvolvimento de planos e projectos que procurem a sustentabilidade;

  • avaliar e posicionar o seu desempenho na fase de concepção, obra e operação, quanto à procura da sustentabilidade;

  • suportar a gestão na fase de construção e operação;

  • atribuir a certificação por marca registada, através de verificação por uma avaliação independente;

  • servir como instrumento de mercado distintivo para os empreendimentos e clientes que valorizem a sustentabilidade.

O LiderA - Sistema de Avaliação da Sustentabilidade é uma marca registada nacional, consistindo num sistema de avaliação da construção de níveis de desempenho ambiental numa óptica de sustentabilidade, que se comparam com diferentes valores de desempenho (A a E), os quais devem ser melhores que as práticas existentes (E).
Se o desempenho comprovado pela verificação do LiderA atingir uma avaliação final da sustentabilidade das classes C, B, A, A+ ou A++, são certificáveis como bom nível de sustentabilidade o edificado ou os ambientes construídos.

Exemplos

A Câmara Municipal de Santarém é pioneira em Portugal na aplicação da certificação ambiental na construção. A autarquia assinou, em 12 de Junho de 2008, um protocolo no âmbito do Sistema de Certificação Ambiental da Construção Sustentável com o Instituto Superior Técnico - IST. Decorrente desse protocolo a Câmara Municipal de Santarém assume o compromisso de adesão a uma conduta de boas práticas ambientais aplicadas à construção de edifícios, de um modo integrado e interactivo. Os construtores e urbanizadores que aderirem à certificação ambiental beneficiarão de uma redução de 50% da taxa de certificação e também uma redução de 25% das taxas de operações urbanísticas. Neste âmbito, foi projectado o Centro Escolar de Alcanede que será um exemplo das aplicações da construção sustentável.

A Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos tem vindo a efectuar um conjunto de notáveis de actividades de promoção da sustentabilidade, nas quais se destaca ciclo de formação sobre arquitectura e sustentabilidade "3R", que decorreu entre Outubro de 2008 e Fevereiro de 2009, tendo incluído dois cursos de formação do sistema LiderA.

Os Municípios de Serpa, Torres Vedras e Óbidos estão a desenvolver parcerias com o LiderA para a criação de sinergias na área da sustentabilidade do edificado, numa interligação à rede ECOS - Energia e Construção Sustentáveis.

Parque Oriente (Lisboa) em fase de Plano de Pormenor;

Casa dos Arcos (Óbidos) em fase de projecto;

Solar XXI (Lisboa) edifício de serviços e de laboratório;

Torre Verde (Lisboa) edifício de habitação com projecto bioclimático

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Híbrido Plug-In

A AMES experimentou, durante a semana passada, o novo carro híbrido da Toyota, o Prius Plug-In, emprestado pela Galp Energia. Este modelo difere dos outros pelo facto de a parte eléctrica poder ser carregada por ligação a uma tomada convencional.

Esta parceria entre Galp Energia e Toyota pretende colocar em prática um "Living Lab" - uma recolha intensiva e promenorizada de toda a informação obtida, no decurso de uma utilização em ambiente real e ao longo de 3 anos, por três destes Toyota Prius Plug-In.

Quanto ao objectivo último, passa por provar não apenas a viabilidade e validade dos veículos híbridos num futuro próximo, como identificar todas as barreiras que ainda possam existir para a implementação, em grande escala, deste tipo de veículos, menos poluentes.

Fonte: Diário Digital.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Recolha de óleos alimentares usados na Ecosfera

A AMES, como pioneira na recolha de óleos alimentares usados na via pública, felicita a Ribeira Grande por ser mais um município a prestar este serviço à comunidade.

Atelier das Energias Renováveis - Aventura em Movimento

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A AMES dinamizou ontem de manhã mais um Atelier das Energias Renováveis, que se encontra no Belas Clube de Campo.
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O Campo de Férias Bee - Aventura em Movimento visitou o espaço e realizou as actividades relacionadas com a correcta utilização da energia nas nossas casas.

Depois da visualização de um PowerPoint sobre consumo energético responsável e amigo do ambiente e de um pequeno filme sobre o mesmo tema, os participantes dirigiram-se à mesa de trabalho para pôr em prática aquilo que aprenderam: identificar nuns desenhos os comportamentos correctos e errados em relação ao uso da energia e electricidade no sector doméstico .
Para finalizar, pintaram e recortaram cartões para pendurar na porta que avisam "Desligar Sempre a Luz ao Sair".
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A AMES continua a apostar na geração mais jovem, ou seja, nos futuros consumidores e decisores, com a certeza de que contribui para o aumento da conciencialização da temática da utilização racional da energia e na esperança de contribuir para uma sociedade mais justa e sustentável.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Mobilidade Sustentável - Copenhagen Wheel

Uma equipa de estudantes norte-americanos do MIT criou uma roda que, quando instalada numa bicicleta, permite gerar energia eléctrica ao pedalar, energia que depois é aproveitada quando o esforço é mais exigente para o ciclista, seja em subidas ou em distâncias longas.
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A inovação permite assim que um transporte mecânico se transforme, ainda que momentaneamente, num veículo eléctrico. A ideia, designada de “Copenhagen Wheel” por ter sido fruto de inspiração na cidade dinamarquesa, foi premiada pelo fomento ao transporte sustentável que acarreta, tornando a bicicleta um meio de transporte viável para cada vez mais pessoas.
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Fonte: i online.

Em antigas linhas de comboio, com vista para o mar, no meio da cidade ou na serra, conheça os melhores sítios para passear em duas rodas:

1. Beira Tejo Em Agosto de 2009, foram inaugurados os 7 km de percurso para bicicletas entre o Cais do Sodré e a Torre de Belém. O percurso é plano, sempre acompanhado pelo rio Tejo e não faltam sítios para comer gelados (a Artisani, nas Docas, por exemplo) ou para matar a sede (a esplanada do Café In).
2. Pedalar no Guincho Eis a solução para quem não tem bicicleta ou não está para a carregar até ao carro e viajar até Cascais: alugar uma BICA no centro da vila, mesmo ao pé da estação de comboios. Não tem de pagar nada, apenas levar o bilhete de identidade e vontade de pedalar - Cascais tem 34 km de área ciclável, além dos 7 km de ciclovia entre a Guia e a praia do Guincho. As bicicletas gratuitas têm um cesto onde pode levar a sua mochila com comida. Começando na estalagem do Farol, em frente à discoteca Coconuts, até à praia do Guincho, a ciclovia tem sempre vista para o mar. O percurso pode tornar-se penoso quando estiver contra o vento.
3. No pulmão de Lisboa Em Monsanto há 42 quilómetros para todo o tipo de ciclistas. Os aventureiros que gostam de BTT têm muitos percursos à escolha, pelo meio da vegetação do parque florestal. Quem procura um passeio mais calmo, pode começar a pedalar na ciclovia do skate park.
4. Recordar a Expo 98 Enquanto o Parque das Nações não tem uma ligação à ciclovia de Belém, existem pontos de aluguer de bicicletas espalhados pela zona (em frente ao Oceanário, no Pavilhão Atlântico ou na Praça Sony).
5. Ilha do Baleal Quando não há grandes ondas, os surfistas de Peniche trocam as pranchas por bicicletas e fazem-se à estrada, ou melhor à ciclovia que vai até à ilha do Baleal. O percurso é fácil, mas não espere ver o mar. As dunas preenchem a vista durante grande parte do passeio plano, ideal para pôr toda a família a fazer exercício. Antes de regressar a Peniche descanse numa esplanada com vista para a ilha do Baleal, assim chamada por ter sido um local de corte de baleias.
6. Frente Marítima de Gaia Entre o Cabedelo e a praia da Granja são 15 quilómetros sempre a pedalar. A ciclovia em frente ao mar abrange quase todo o percurso. Apenas um ou dois troços obrigam a um desvio para a rua, mas nada de grave. Pelo caminho, há bares, repuxos para matar a sede e bancos para grande felicidade dos mais fatigados. Nos dias de semana o percurso é menos concorrido e é ideal para quem gosta de pedalar em paz em frente ao mar, sem muitos obstáculos.
7. Passeio no Porto Pode parecer estranho que uma avenida tão central como a da Boavista possa ser um bom lugar para andar de bicicleta. Mas é verdade. Além de ser a maior avenida do país (com seis quilómetros), tem uma ciclovia em grande parte da sua extensão, a desembocar precisamente na paisagem do Castelo do Queijo. É certo que não se respira ar puro, mas se os fumos dos escapes o incomodarem, é só fazer um ligeiro desvio: o Parque da Cidade do Porto fica mesmo ali ao lado.
8. Serra de Santa Justa Pode ser perigoso, já que não há pistas marcadas, mas a Serra de Santa Justa, em Valongo, é cada vez mais um dos lugares de eleição para quem gosta de pedalar. A paisagem é de cortar a respiração, mas não se distraia e tenha atenção aos fojos. As covas de acesso às antigas minas de extracção de ouro existentes na serra têm entre 50 a 70 metros de profundidade e não estão vedadas.
9. Na linha do comboio Em 2006, o antigo ramal ferroviário de Mora foi transformado numa ecopista, que vai desde o bairro do Chafariz d'El Rei, em Évora, até ao limite do concelho, na Sempre Noiva (21 km). Quando for concluída a ecopista terá 60 km, desde Arraiolos até Mora.
10. Ecovia do Litoral A Ecovia do Litoral tem 214 km e vai desde o Cabo de São Vicente até Vila Real de Santo António. Muitos ciclistas que a percorrem queixam-se da falta de sinalização e da fraca ligação entre os troços. Mesmo assim, recomenda-se o percurso de 30 km entre Cabanas de Tavira e Olhão. Grande parte é em terra batida, sinalizado por pequenos postes com o topo pintado de amarelo. O caminho passa pelas salinas do Parque Natural da Ria Formosa e não é raro encontrar flamingos ou camaleões.
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Outros Locais
Ecopista do Rio Minho, 13 km Paralela ao rio Minho, resulta da reconversão da antiga linha ferroviária que ligava Monção a Valença.
Ciclovia Guimarães-Fafe, 15,3 km Em meados dos anos 80, a antiga linha ferroviária que unia Guimarães e Fafe foi desactivada e transformada em ciclovia.
Ecopista do Sever do Vouga, 6,2 km Segue sempre paralela ao rio Vouga e à EN16 até pouco depois da foz do Rio Mau, no Lugar da Foz.
Ciclovia da Estrada Atlântica, 21,1 km A extensa ciclovia liga Pataias às praias do Norte do concelho de Alcobaça.
Ciclovia Trafaria-Caparica, 5 km A ciclovia cria uma alternativa ao trânsito na ponte 25 de Abril. Muitos ciclistas trazem as bicicletas no barco e pedalam até às praias da Caparica.
Via Algarviana, 240 km O longo percurso entre Alcoutim e o cabo de São Vicente faz-se em grande parte pela serra algarvia. É ideal para os praticantes de BTT.
Ciclovia Urbana de Faro, 6,7 km A ciclovia une Faro em dois sentidos, Poente e Nascente. Estende-se pela Avenida Aníbal Cruz Guerreiro e pela Estrada do Moinho da Palmeira.
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Fonte: i online.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Belas Clube de Campo A+

O Belas Clube de Campo (BCC) recebeu no passado dia 19 de Maio o Certificado de Construção Sustentável atribuído pelo Sistema LiderA. Com a classificação A+, tornou-se, a nível nacional, no Primeiro Empreendimento Residencial a obter esta certificação. Os resultados da avaliação concluem que o Belas Clube de Campo tem um excelente nível de sustentabilidade, traduzindo esta classificação um desempenho ambiental cerca de 4 vezes superior à prática usual.

Este istema baseia-se em 6 Princípios, 22 Áreas e 43 Critérios. As áreas de Paisagem e Património, Água, Materiais, Resíduos, Qualidade do Ar, Participação e Controlo, Gestão Ambiental e Inovação foram as que registaram melhor desempenho.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Oitenta novos oleões em Sintra

A partir de hoje estão disponíveis os 80 óleões na via pública do concelho de Sintra criados para a deposição de óleo alimentar usado, no âmbito do Plano de Valorização de Óleos Alimentares Usados (PVOAU).

Para uma correcta utilização deste equipamento basta seguir os seguintes passos:

1) coloque o óleo alimentar usado no interior de uma embalagem de plástico;
2) utilize uma tampa ou uma rolha para fechar a embalagem;
3) deposite a embalagem directamente no alçapão do óleão.

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As localizações dos oleões poderão ser consultadas no mapa google.
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Dia Internacional da Juventude

Celebra-se amanhã, quinta-feira 12 de Agosto, o Dia Internacional da Juventude, que inicia o Ano Internacional da Juventude, uma iniciativa da Assembleia-Geral das Nações Unidas para a promoção do respeito pelos direitos humanos, pela liberdade e pela solidariedade, tendo sido pedido aos governos mundiais, sociedade civil, indivíduos e comunidades para apoiar as actividades a nível local e internacional de modo a marcar o evento.

Neste contexto, diversos bens e serviços culturais, de lazer e de recreio por todo o país serão gratuitos para jovens entre os 12 e os 25 anos, tais como: transportes, piscinas, ginásios, cinemas, monumentos, museus, espectáculos, outros eventos e locais da responsabilidade de diversas entidades culturais, sociais e turísticas, iniciativa promovida pelo IPJ – Instituto Português da Juventude. No Portal da Juventude é possível saber que instituições aderiram a esta iniciativa.

Palácio Nacional de Queluz
Visita gratuita para jovens até aos 30 anos, todo o dia.

Palácio Nacional de Sintra
Visita gratuita para jovens até aos 30 anos, todo o dia.

Cinema City Beloura Shopping
Entrada livre, todo o dia.

Casa da Juventude
Aulas abertas de Breakdance e Hip Hop, Torneio de X- Box, 14h00 - 18h00

Equipamentos culturais do Municipio
Acesso gratuito todo o dia.

Pero Pinheiro
Espaço Jovem, Torneio de Futebol Cinco, 16h00 - 18h00.

Rio de Mouro
Loja PONTO JA, Circuito de BTT; Gincana; Ténis de Mesa; Badminton , 15h00 - 18h00

Junta de Freguesia de Monte Abraão
Carris: Acesso gratuito aos Transportes Públicos de Lisboa (mediante comprovativo da idade) Todo o dia.
CP: Transportes Urbanos gratuitos (mediante comprovativo da idade) todo o dia.
VIVAFIT MONTE ABRAÃO Gratuito. Inscrição na Junta de Freguesia (accaopsicossocial@jf-monteabraao.pt) - Circuito de Manutenção; Body Balance; Body Vibe.
GINÁSIO GRANDE MUNDO Gratuito. Inscrição na Junta de Freguesia (accaopsicossocial@jf-monteabraao.pt) - Aulas de Musculação, Cardio Fitness; Boxe e Kickboxing.

Mais aqui.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sabia que... #11

  • O Pavilhão de Portugal na Expo Xangai 2010 tem zero emissões graças a uma acção de reflorestação? Para compensar as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) que vai emitir durante a Expo 2010 Shanghai, o Pavilhão de Portugal vai plantar azinheiras e choupos no Alentejo. na zona do Alqueva. A iniciativa decorre de uma parceria ambiental estabelecida entre a Participação Portuguesa, a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA) e a E.Value, responsável pela marca “CarbonoZero”. No passado dia 1, foi atingido o número de 2 milhões de visitantes. Mais aqui.

O Pavilhão de Portugal é revestido a cortiça e construído com materiais naturais (material nacional, reciclável e ecológico), sendo da autoria do arquitecto português radicado em Macau Carlos Couto. Trata-se de um exemplo de inovação e de boas práticas ambientais que potenciam a imagem de Portugal na maior Exposição Universal alguma vez realizada, ocupando uma área de 2000 metros quadrados, e cujo tema é “uma praça para o mundo e um mundo de energias”.

  • O Inov-City é um projecto de rede eléctrica inteligente que se estreia em Évora, cidade Património Mundial que comemora o centenário da sua electrificação? A EDP é responsável por esta nova forma de conceber a distribuição e produção de electricidade da EDP que potencia a microprodução e a mobilidade. Até ao final do ano, estarão ligados a este sistema eléctrico integrado e inteligente cerca de 30 mil clientes de Baixa Tensão (domésticos, pequeno comércio e indústria), abrangendo todo o concelho de Évora. Mais aqui.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Resíduos 2009

Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), cada português reciclou, em média, no ano passado, 13% dos 511 quilos de resíduos urbanos produzidos anualmente por cada cidadão.
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De acordo com o estudo, “as quantidades de resíduos recolhidas selectivamente duplicaram” entre 2004 e 2009, fixando-se no ano passado em 600 mil toneladas, ou seja, cerca de 67 quilos de resíduos urbanos recuperados por habitante.
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“As quantidades de resíduos multimateriais recolhidos selectivamente evidenciaram uma taxa média de crescimento de cerca de 15% ao ano entre 2004 e 2009, claramente superior à evidenciada para o total de resíduos gerados (3%)”, refere o primeiro relatório do INE sobre gestão de resíduos em Portugal.
Fonte: Ecosfera
Comparação com 2008
Em relação a 2008, os 511 kg de detritos produzidos por pessoa em 2009 representam um crescimento de cerca de 7,2%; no entanto, e apesar da percentagem de reciclagem ser ainda muito baixa, o seu crescimento em 2009 foi de cerca de 44% - de 9% para 13%.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

QREN - Alteração nas datas de candidaturas

O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) vai apoiar a eficiência energética, através do programa de "Diversificação e Eficiência Energética Solar Térmico", com o Sistema de Incentivos às Pequenas e Médias Empresas (PME) e o programa "Utilização Racional de Energia e Eficiência Energético-Ambiental em Equipamentos Colectivos" dirigido às Pessoas Colectivas de Direito Privado Sem fins Lucrativos, incluindo as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e Associações Desportivas de Utilidade Pública (ADUP).
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Esta iniciativa enquadra-se na Estratégia Nacional para a Energia 2020 que, sob a denominação Novas Energias e a marca Re.New.Able, prevê um conjunto de eixos estratégicos nos quais se inclui a eficiência energética. Em iniciativa anterior, levada a cabo em 2009, o Governo já incentivara a utilização de energia solar para fins térmicos, nomeadamente no sector doméstico, Instituições Particulares de Solidariedade Social e Associações Desportivas de Utilidade Pública.

Entrega das candidaturas
A entrega de candidaturas sofreu recentemente um alargamento: PME até 15 de Outubro de 2010; IPSS e ADUP até final de Outubro de 2010. Para concorrer ao apoio financeiro, os candidatos devem efectuar uma auditoria para levantamento de necessidades energéticas e apresentar um plano de implementação detalhado e uma certificação final aos edifícios objecto das medidas de melhoria, que ateste o nível de eficiência atingido com o investimento.
Podem ser apoiados projectos que incluam investimentos na instalação de sistemas solares térmicos para aquecimento de águas sanitárias ou climatização, bem como investimentos relacionados com a envolvente passiva, como sejam a instalação de isolamentos térmicos ou a correcção de factores solares em vãos envidraçados.

Com um limite de despesa elegível entre 10 mil e 500 mil euros, os projectos candidatos devem ter em vista a promoção da competitividade da empresa, através do aumento da produtividade, da flexibilidade e da capacidade de resposta e presença activa no mercado global, por via da utilização do factor de competitividade – eficiência energética.
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Regiões elegíveis
Tendo por referência as NUTS II do Continente, as regiões elegíveis são as regiões do Norte, Centro, Alentejo e Algarve. Os investimentos realizados na região NUTS II de Lisboa (na qual estão inseridos os concelhos de Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra, Vila Franca de Xira) e nas Regiões Autónomas da Madeira e Açores não são elegíveis no âmbito deste Aviso.
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No entanto, se a sede social da empresa for na região de Lisboa (NUTS II) e as instalações onde vai ser implementado o projecto de investimento se localizar fora de Lisboa, poderá ser elegível, desde que a(s) instalação(ões) estejam localizada(s) numa das regiões previstas e aceites para os devidos efeitos neste Aviso.
Fonte: Adene.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

EDP Brasil inaugura rede de abastecimento para veículos eléctricos

A EDP Brasil inaugura hoje, 3 de Agosto, em São José dos Campos, no estado de São Paulo, uma nova rede de abastecimento para veículos eléctricos. Na ocasião, a EDP também fará a doação de bicicletas eléctricas para uso da Guarda Civil Municipal e Secretaria do Meio Ambiente, informou a empresa.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

I Jornadas Internacionais de Higiene Pública

Integradas nas comemorações do seu décimo aniversário, a HPEM, empresa municipal responsável pela recolha de resíduos e limpeza urbana do Concelho de Sintra, organiza as I Jornadas Internacionais de Higiene Pública. Nos dias 16 e 17 de Setembro, no Centro Cultural Olga Cadaval, estarão em discussão várias temáticas relacionadas com Higiene Pública, pretendendo-se criar oportunidades de partilha de experiências e apresentação das mais recentes técnicas e metodologias disponíveis no mercado.

Criada em Maio de 2000, a HPEM foi a primeira empresa municipal do país a apostar na recolha de óleos usados alimentares domésticos, para produção de biodiesel, em parceria com a AMES, o que permitiu o pioneirismo que constituiu a conversão de toda a frota municipal sintrense para o biodiesel, que passou a ser mais «limpa» depois desta aposta. Sintra também foi o primeiro município de Portugal a aplicar o sistema de recolha lateral.
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Estas e outras iniciativas foram premiadas em 2008, tendo Sintra sido eleito o município mais limpo do país pela APESB (Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária e Ambiental), na categoria de mais de 100 mil habitantes.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Sessão de assinatura de Protocolos de Colaboração da RNAE

Decorreu no passado dia 27 a sessão de assinaturas de protocolos de colaboração entre a RNAE - Associação das Agências de Energia e Ambiente - Rede Nacional, e diversas entidades e empresas: ABAE, ADENE, APEA, APEMETA, APISOLAR, APVE, Biological, CPI, Ecochoice, EnergiaViva, GalpEnergia, GEOTA, IrRadiare, iSBS, i-Sete, PlanetAzul, Quercus e TerraSystemics.
A assistência na Sala da Nau, no Palácio Valenças, em Sintra.

O Administrador-Delegado da AMES e membro da Direcção da RNAE, Eng.º Luís Fernandes.

A mesa de honra: Professor Manuel Laranja, assessor do Secretário de Estado da Energia e Inovação, Dr. Lino Ramos, Vereador da CMS, Eng.º Ângelo Correia, Presidente da Mesa da Assembleia Municipal de Sintra, Professor Delgado Domingos, Presidente da Mesa da Assembleia-Geral da RNAE, e Professor Borges Gouveia, Presidente da RNAE.


A primeira assinatura, por parte da Dr.ª Fátima Vieira, Directora-Geral da ABAE, e do Presidente da RNAE, Professor Borges Gouveia.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

EcoConselho - Redução no consumo de energia

Segundo a DGEG (Direcção Geral de Energia e Geologia), em 2008, a dependência de Portugal em termos de importação de energia foi de 82%. A produção interna baseou-se, exclusivamente, em fontes de energia renováveis, fundamentalmente hídrica e eólica, tendo esta produção crescido 45% desde 1990.

Algumas medidas de eficiência energética são amplamente conhecidas por serem do senso comum, por exemplo, apagar a luz quando não estamos numa divisão da casa. Outras, são alcançadas por desenvolvimentos tecnológicos e não são do conhecimento geral, por exemplo, a possibilidade de produzimos energia na nossa casa. Os países serão mais competitivos à medida que aumentarem a sua eficiência energética, consumindo menos energia por unidade de produto realizado ou de serviço prestado.

O sector residencial, com cerca de 3,3 milhões de edifícios, contribuiu com 17% do consumo de energia primária em termos nacionais, representando cerca de 29% do consumo de electricidade, o que evidencia, desde logo, a necessidade de moderar especialmente o consumo eléctrico. Na figura abaixo podemos verificar a repartição do mesmo nas nossas habitações:

Como reduzir o consumo energético

  • Comprar um equipamento eficiente é fácil de identificar, graças à etiqueta energética. Os equipamentos com a etiqueta energética A, A+ ou A++ são os mais eficientes e, ao longo da sua vida útil, poderão trazer poupanças significativas na factura de electricidade. É muito importante escolher um electrodoméstico adaptado às nossas necessidades: não basta que seja eficiente, mas também que tenha o tamanho e desempenho ajustado ao que precisamos. Por exemplo, um frigorífico de classe A de 300 litros de capacidade pode gastar mais electricidade do que um de 100 litros de classe G. O frigorífico e a televisão são os electrodomésticos de maior consumo global, apesar de terem potências unitárias inferiores a outros electrodomésticos, tais como as máquinas de lavar roupa, loiça ou o ferro eléctrico.


  • O aquecimento central colectivo é, do ponto de vista energético e económico, um sistema muito mais eficiente que o de aquecimento individual. As válvulas termostáticas em radiadores e os termostatos programáveis são soluções práticas, fáceis de instalar e que podem amortizar rapidamente o investimento realizado através de importantes poupanças de energia (entre 8% e 13%). Ao reduzir a posição do termostato para os 15ºC (o modo de “economia” de alguns modelos corresponde a esta temperatura) quando ausentar por umas horas; não espere que os aparelhos se degradem. Uma manutenção adequada da caldeira individual poupar-lhe-á até 15% em energia.

  • Os equipamentos informáticos com etiqueta Energy Star têm a capacidade de passar ao modo de baixo consumo (estado de repouso) passado algum tempo de não estarem a ser utilizados, permitindo, deste modo, um consumo energético de apenas 15% do normal. Os ecrãs LCD poupam cerca de 37% de energia em funcionamento e cerca de 40% em modo de espera. Devem ligar-se vários equipamentos informáticos a uma ficha múltipla com botão de ON e OFF. Ao desligar este botão, desligaremos automaticamente todos os aparelhos, poupando energia.

  • A iluminação representa cerca de 20% da electricidade que consumimos em casa. As lâmpadas convencionais incandescentes só aproveitam em iluminação cerca de 5% da energia eléctrica que consomem, sendo os restantes 95% são transformados em calor, sem aproveitamento luminoso. Substituir as lâmpadas incandescentes pelas de baixo consumo permite poupar até 80% de energia, durando 8 vezes mais. Utilizar lâmpadas tubolares fluorescentes onde seja necessária luz por muitas horas, como por exemplo, na cozinha, e, sempre que possível, utilizar luz natural, prefirir cores claras nas paredes e tectos, e não deixar luzes acesas em divisões que não estão a ser utilizadas. Na figura seguinte podemos constatar um caso prático:

Muitas outras dicas e sugestões aqui.

Fonte: Guia da Eficiência Energética, Adene, 2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Sessão de assinatura de Protocolos de Colaboração da RNAE

A RNAE – Associação das Agências de Energia e Ambiente – Rede Nacional assina dia 27 de Julho, pelas 10H00, no Palácio Valenças, em Sintra, diversos Protocolos de Colaboração com várias entidades, instituições e empresas dos sectores da energia e do ambiente que têm como principais objectivos:

- Promover parcerias e sinergias para a dinamização de acções que conduzam à melhoria da pegada ecológica da sociedade portuguesa;
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- Fomentar o cumprimento das metas energéticas e climáticas (tanto nacionais como europeias).

Esta sessão deverá contar com a presença de Tiago Neves, Assessor para a área de Energia do Ministro da Economia, de Manuel Laranja, Assessor do Secretário de Estado da Energia e da Inovação, do Director-Geral da DGEG, de um responsável da Associação Nacional dos Municípios Portugueses, de um membro da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo e de outros membros do Ministério da Economia, Inovação e Desenvolvimento.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Notícias Soltas #5

  • De acordo com o relatório da Renewable Energy Policy Network for the 21st Century, 60% da nova capacidade instalada de produção de energia eléctrica em 2009 na Europa corresponde ao aproveitamento das renováveis, com os Estados Unidos a registarem valores semelhantes. A aposta nas renováveis não se restringe às grande potências desenvolvidas, mas é uma estratégia mundial – em 2009 mais 100 países apresentavam já uma política energética no que diz respeito às renováveis. Entre as nações em desenvolvimento destaca-se o caso da China cuja potência instalada aumentou em 37 GW em 2009, mais do que qualquer outro país. O gigante asiático segue uma política de investimento na produção dos equipamentos e tecnologias de exploração das fontes de energia alternativas que permite que 40% dos painéis fotovoltaicos e dos aerogeradores produzidos a nível mundial em 2009 sejam construídos na China. O “Global Status Report” revela ainda que as centrais de produção de energia a partir de fontes alternativas representaram, em 2009, ¼ do total, tendo gerado 18% da electricidade consumida e chegou-se a um ponto de viragem – em 2010 prevê-se que a produção de “energia limpa” supere a geração de energia a partir dos combustíveis fósseis.

Fonte: Naturlink

  • A exploração ilegal das florestas nos países tropicais baixou muito na última década, mais concretamente 50% nos Camarões e 75% na Indonésia, revela um estudo do instituto britânico Chatham House. No Brasil, a exploração ilegal baixou de 50 a 75%, graças essencialmente a leis mais rigorosas e aplicadas com mais severidade. No conjunto dos três países, os esforços evitaram a degradação de 17 milhões de hectares de floresta, ou seja, uma superfície mais vasta que a Inglaterra e o País de Gales. O flagelo da desflorestação representa entre 12 e 20% das emissões mundiais de gases com efeito de estufa. Durante a última década, os esforços de preservação florestal permitiu evitar a emissão de 1,2 mil milhões de toneladas de dióxido de carbono. Este mês, o Parlamento Europeu adoptou um documento que prevê, dentro de dois anos, a proibição da entrada no mercado europeu de madeira abatida ilegalmente. O incumprimento levará a sanções, sendo que isto obriga os importadores de madeira ou de produtos derivados a garantir a legalidade dos seus produtos.

Fonte: Ecosfera

  • Segundo a Agência do Ambiente Federal da Alemanha, é técnica e ecologicamente possível que a produção de energia eléctrica dependa apenas das energias renováveis em 2050, o que faria do país pioneiro entre as nações industriais a colocar de lado os combustíveis fósseis. A Alemanha é actualmente o país com uma maior potência fotovoltaica instalada e é em termos de aproveitamento da energia eólica apenas é ultrapassada pelos EUA.

Fonte: Naturlink

  • Segundo o relatório da Greenpeace "(R)evolução Energética: Na direcção de um abastecimento de energia totalmente renovável" é possível que, a meio do século, 92% da energia consumida no espaço europeu provenha de fontes renováveis, através de um conjunto de medidas “amigas do ambiente”, o que permitiria cortes nas emissões de CO2 na ordem dos 95% em relação a 1990. As medidas passam pelo aproveitamento das tecnologias mais recentes, a aposta nos carros eléctricos a grande escala e a promoção da redução do consumo de energia, num investimento inicial de 2 triliões de euros que seria no entanto mais que compensado pela poupança em termos de combustíveis fósseis, que poderia ascender a 2,65 triliões de euros.

Fonte: Naturlink

sexta-feira, 16 de julho de 2010

EcoConselho - Tarifa Tri-horária

Através do EcoConselho presente nos GAM de Sintra, foi colocada a seguinte questão: quais as vantagens da tarifa tri-horária?

Simular e contratar a potência do contador de acordo com o uso regular dos equipamentos eléctricos e optar pela tarifa bi ou tri-horária, permite poupar na electricidade e promover de uma melhor gestão da energia produzida. As tarifas bi e tri-horárias são a alternativa à tarifa simples porque apresentam uma facturação diferenciada por período do dia e/ou semana, em vez de um único preço por kWh (kilowatt por hora). A adesão a estas tarifas é gratuita e para tal é apenas necessário o preenchimento de um formulário de adesão.

Tarifa bi-horária
A tarifa bi-horária possui preços diferenciados do kWh, consoante a utilização em horas de vazio ou fora de vazio. As horas de vazio são, fundamentalmente, as horas do período nocturno e fins-de-semana. Estes períodos variam de acordo com o ciclo, que poderá escolher aquando do contrato (semanal ou diário), e com a época do ano.

A tarifa tri-horária também possui preços diferenciados por kWh e, como o nome indica, consoante a utilização em três períodos horários: horas de vazio, horas de cheia ou horas de ponta. As horas de vazio são, fundamentalmente, as horas do período nocturno e fins-de-semana e as horas de cheias e de ponta são horas de não vazio. Estes períodos também variam de acordo com o ciclo, que poderá escolher aquando do contrato (semanal ou diário), e com a época do ano.

Comparativo de preços da energia entre as tarifas bi-horária, tri-horária e simples:

Da análise do quadro é possível constatar que, mudar para a tarifa bi-horária ou tri-horária permite poupar cerca de 45% nas horas de vazio, face à tarifa simples. Permite ainda verificar que o kWh nas horas cheias da tarifa tri-horária é ligeiramente reduzido em relação à tarifa bi-horária, no entanto nas horas de ponta este valor é superior, pelo que a tarifa tri-horária é vantajosa apenas para consumos muito reduzidos durante este período.

Mas esta poupança no orçamento mensal familiar não é a única vantagem: optar por estas tarifas “alternativas” permite contribuir para a gestão da energia produzida e evitar o desperdício, uma vez que durante a noite, ou ao fim-de-semana, o consumo e necessidade de energia eléctrica diminui mas continua a haver produção, quer por fontes renováveis, quer por centrais termoeléctricas que não interrompem o funcionamento.

Fontes: http://www.planetazul.pt/edicoes1/planetazul/desenvArtigo.aspx?c=2331&a=18121&r=37